Política
Professora Jacqueline tem até junho para decidir entre Aleam e CMM; escolha definirá futuro de suplente Brena Dianná
Parlamentar do União Brasil afirmou que segue dentro do prazo legal, que começou a contar em 4 de maio.
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A vereadora eleita e deputada estadual Professora Jacqueline (União Brasil) afirmou nesta terça-feira (19) que ainda está dentro do prazo legal para decidir se permanece na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) ou assume a vaga conquistada na Câmara Municipal de Manaus (CMM). A parlamentar declarou: “Tenho até 03/06, 30 dias de prazo”, indicando que a definição deve ocorrer até o início de junho.
O prazo começou a contar no dia 4 de maio, data em que Roberto Cidade (União Brasil) renunciou ao cargo de deputado estadual e deixou a presidência da Aleam para assumir o Governo do Amazonas. A vacância da cadeira do União Brasil abriu espaço para a convocação da suplente. Pelo regimento interno da Aleam, a suplente convocada tem até 30 dias para tomar posse.
Efeitos jurídicos e estratégia eleitoral
A decisão de Professora Jacqueline possui efeitos jurídicos relevantes. De acordo com o advogado eleitoral Yuri Dantas Barroso, se houver posse definitiva na Assembleia, não será possível retornar posteriormente ao mandato de vereadora. As movimentações realizadas até agora indicam que ainda não houve assunção definitiva da vaga na Aleam .
Nos bastidores, aliados avaliam que a escolha vai além da ocupação do mandato e envolve estratégia eleitoral para 2026. Enquanto a Câmara Municipal garantiria maior proximidade com as bases eleitorais em Manaus, a continuidade na Assembleia Legislativa ampliaria a visibilidade estadual e poderia fortalecer uma futura candidatura ao Legislativo estadual. A própria parlamentar já declarou que “provavelmente” disputará uma vaga de deputada estadual nas eleições de 2026 .
A parlamentar tem mais de dois anos e sete meses de mandato garantidos como vereadora. Se aceitar a vaga na Aleam, ficará cerca de sete meses no cargo de deputada estadual — período considerado estratégico para as articulações eleitorais. Questionada sobre a dificuldade da decisão, Jacqueline declarou anteriormente: “Olha, tô pedindo a Deus todo dia um sinal. É uma decisão muito difícil. Você tem que fazer uma troca, às vezes em troca de tempo, de lapso temporal” .
Impacto para a suplente
Caso Professora Jacqueline opte por assumir a cadeira na Câmara Municipal, a vaga atualmente ocupada por ela na Aleam deverá ser herdada pela suplente Brena Dianná (União Brasil). A indefinição tem movimentado os bastidores políticos, uma vez que a suplente aguarda a decisão para saber se assumirá o mandato estadual ou permanecerá na suplência.


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