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Polícia

Melqui Galvão é transferido de Manaus para São Paulo para responder por crimes sexuais

Investigador e professor de jiu-jítsu é acusado por ao menos sete vítimas em diferentes Estados. Mandado foi expedido pela Justiça paulista.

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Reprodução

O investigador e professor de jiu-jítsu Melqui Galvão foi transferido de Manaus para São Paulo, na noite desta quarta-feira (7), após determinação judicial relacionada às investigações que apuram crimes sexuais, ameaça, invasão de dispositivo eletrônico e estupro de menores. Melqui desembarcou por volta das 21h35 no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em um voo da Latam, escoltado por policiais e algemado no banco traseiro de uma viatura.

A transferência ocorreu porque o mandado de prisão temporária contra o investigado foi expedido pela Justiça de São Paulo, estado que conduz parte das investigações. Após chegar à capital paulista, Melqui foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para procedimentos de praxe antes de seguir para unidade prisional.

Até o momento, ao menos sete vítimas formalizaram denúncias contra Melqui Galvão em diferentes regiões do Brasil. Os relatos envolvem supostos crimes sexuais cometidos ao longo de vários anos, além de acusações de coação, ameaças e perseguição psicológica. O caso ganhou repercussão nacional após vítimas começarem a relatar publicamente os supostos abusos nas redes sociais.

As investigações continuam em andamento, e novas vítimas ainda podem procurar as autoridades para prestar depoimento. A Polícia Civil e o Ministério Público acompanham o caso, que tramita sob sigilo em parte dos procedimentos devido à gravidade das acusações e ao envolvimento de menores de idade.