Manaus
Incêndio em vegetação na zona Leste de Manaus mobiliza 12 bombeiros e quatro viaturas
Fumaça densa foi vista em diversos pontos da capital; barranco íngreme dificulta combate às chamas e provoca reignição; bairro Mauazinho não tem residências sob risco, diz CBMAM
Reprodução
Um incêndio em vegetação na Avenida Abiurana, bairro Mauazinho, zona Leste de Manaus, mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) na manhã desta terça-feira (11). A fumaça provocada pelo fogo pôde ser vista de diversos pontos da cidade.
A ocorrência foi registrada por volta das 6h. Os primeiros focos chegaram a ser controlados, mas o incêndio voltou a se espalhar devido ao acúmulo de material combustível na área e às características do terreno.
De acordo com o tenente Lairton, do CBMAM, a região tem um barranco íngreme, o que dificulta o acesso das equipes via terrestre e favorece o surgimento de novos focos.
“Mais cedo houve um acionamento, porém numa proporção bem menor. A guarnição atuou e conseguiu extinguir os focos. Porém, como é um incêndio com muito material combustível acumulado, ele também queima em profundidade. Estamos diante de um barranco muito íngreme, o que dificulta o acesso das guarnições via terrestre, gerando essa reignição”, explicou.
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Para combater as chamas, 12 militares e quatro viaturas foram mobilizados. Equipes de reforço também foram acionadas para auxiliar nos trabalhos. O Corpo de Bombeiros informou que a situação está controlada e que não há residências próximas sob risco imediato.
As altas temperaturas registradas em Manaus nos últimos dias têm contribuído para o aumento de ocorrências desse tipo e para a propagação das chamas em áreas de vegetação.
Após a extinção das chamas, as equipes devem permanecer no local para o trabalho de rescaldo e monitoramento da área, incluindo o uso de drones equipados com sensores térmicos para identificar possíveis focos residuais.
“Nossa equipe vai estar empenhada até solucionar essa ocorrência. Vamos fazer o controle contínuo, inclusive com apoio de drones equipados com sensores térmicos para monitorar possíveis focos residuais”, concluiu o tenente Lairton.


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