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Amazonas

UEA amplia estrutura com posse de terrenos da Alfândega e antigo Selva Park em Manaus

Aquisição dos espaços, cedidos pela União, permitirá expansão de cursos e reduzirá gastos com aluguel de prédios; prédio histórico da Alfândega abrigará Escola de Artes e Turismo

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Reprodução

A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) anunciou, nesta sexta-feira (19), a conquista da posse de dois importantes terrenos em Manaus: o prédio histórico da Alfândega e a área do antigo balneário Selva Park. A aquisição, que não gerou custos para a instituição, faz parte do plano de expansão da universidade e foi confirmada pelo reitor André Zogahib durante cerimônia de posse de diretores e coordenadores.

A doação dos terrenos pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU) resultou de uma parceria entre a UEA e o deputado estadual Sinésio Campos (PT-AM). O reitor Zogahib destacou que os trâmites legais estão em fase final de execução, embora ainda não haja prazo definido para o início das obras de transferência e ocupação.

O emblemático prédio da Alfândega, localizado no centro da cidade e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/Am), recebeu aval para ser destinado à universidade. O reitor anunciou que o espaço será transformado em um ponto de referência para a Escola de Artes e Turismo.

“Para exposições, para mostras e uma série de outras situações. Mas é um prédio da universidade, para ser utilizado pelas escolas da capital e centros do interior”, afirmou Zogahib.

Já o terreno do antigo Selva Park, que funcionou como balneário no bairro Da Paz, Zona Centro-Oeste de Manaus, até 2012, possui 142 mil metros quadrados e terá uso estratégico para a economia de recursos. Parte da área será destinada à construção de um mini campus, permitindo a transferência de estruturas que atualmente ocupam prédios alugados.

“Que nós consigamos passar para lá uma grande parte das estruturas da universidade que hoje estão em prédios alugados. A gente vai deixar de pagar aluguel e gastar muito menos, eu imagino, com a manutenção, como tem que ser”, explicou o reitor.

A medida representa um avanço significativo para a UEA, que visa não apenas ampliar sua infraestrutura física, mas também otimizar recursos financeiros que poderão ser realocados para outras áreas de ensino e pesquisa.