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Brasil

“3 horas de buceta”: estagiárias de enfermagem são desligadas após falsa receita médica viralizar

Documento foi criado como “brincadeira”, dizem estudantes. Técnica de enfermagem teve nome usado no carimbo, mas foi inocentada e reintegrada.

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Divulgação

A Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinha, no interior de Pernambuco, concluiu nesta semana o procedimento interno sobre uma falsa receita médica que viralizou nas redes sociais. O documento, que prescrevia “3 horas de buceta”, foi confeccionado por duas estagiárias do curso técnico de enfermagem sem o conhecimento da profissional cujo nome constava no carimbo.

Segundo a pasta, as estudantes foram desligadas automaticamente do estágio após o episódio. Em depoimento durante a sindicância, elas afirmaram que a falsa prescrição foi criada em um contexto de “brincadeira” e que o conteúdo acabou sendo divulgado nas redes sociais por uma delas.

A secretaria informou ainda que o documento não possuía validade técnica ou administrativa, já que continha apenas o carimbo de uma técnica de enfermagem da rede municipal, sem a respectiva assinatura profissional. Após a investigação interna, a pasta concluiu que não havia elementos que indicassem participação, anuência ou responsabilidade da técnica no caso. Com isso, a profissional foi reintegrada às suas funções normalmente.

O caso, que ocorreu no início do mês, voltou a circular nas redes sociais na última terça-feira (19) e gerou repercussão em todo o estado. A prefeitura não divulgou os nomes das estagiárias desligadas.