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Trump celebra captura de Maduro e detalha operação dos EUA: “Foi brilhante taticamente”

Em discurso a republicanos, presidente disse que ação provou que forças armadas americanas são “as mais temíveis” e criticou democratas por falta de reconhecimento.

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Presidente americano detalhou operação em discurso a republicanos, chamando-a de “brilhante”. (Reprodução)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou publicamente nesta terça-feira a captura do ex-líder venezuelano Nicolás Maduro, detalhando aspectos da operação militar que considerou “brilhante taticamente”. Em discurso durante um encontro do Partido Republicano na Câmara dos Representantes, em Washington, Trump afirmou que a ação comprovou que os EUA têm as forças armadas “mais temíveis” do mundo.

“Tínhamos muitos soldados em solo, mas foi incrível”, declarou. “Foi brilhante taticamente.” Ele revelou que os EUA cortaram o fornecimento de energia elétrica em grande parte da Venezuela pouco antes da incursão, garantindo o elemento surpresa ao se aproximarem do complexo de Maduro. “E pensem nisso, ninguém morreu”, exclamou. “E do outro lado, muita gente morreu.”

Críticas aos democratas

Trump também criticou membros do Partido Democrata por não o parabenizarem pela operação. “Em algum momento, eles deveriam dizer, sabe, ‘Você fez um ótimo trabalho’. ‘Obrigado, parabéns’. Não seria bom?”, questionou.

Contexto atual

Na segunda-feira (5), Maduro e sua esposa, Cilia Flores, compareceram a um tribunal em Nova York, onde se declararam inocentes das acusações de tráfico de drogas e porte ilegal de armas. Maduro afirmou na ocasião: “Eu ainda sou o presidente do meu país”. A próxima audiência está marcada para 17 de março, e nenhum dos dois está buscando liberdade sob fiança no momento.

Enquanto isso, na Venezuela, Delcy Rodríguez, aliada de Maduro, tomou posse como presidente interina. Trump, no entanto, reafirmou que os EUA “estão no comando” e não descartou uma intervenção militar mais ampla no país caso o novo governo não coopere.

A operação e suas consequências continuam a gerar tensões diplomáticas e debates sobre soberania e direito internacional, com a situação venezuelana permanecendo em turbulência.