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Família de brasileira morta na Indonésia solicita nova autópsia no Brasil
Defensoria Pública formalizou solicitação de novo procedimento depois de morte em trilha no monte Rinjani, na Indonésia
Reprodução
A família de Juliana Marins, a publicitária de 26 anos que morreu após cair no Monte Rinjani, na Indonésia, recorreu à Justiça Federal para requerer uma nova autópsia no corpo da vítima. O pedido foi formalizado pela Defensoria Pública da União no Rio de Janeiro (DPU-RJ) nesta segunda-feira (30/6).
Mariana Marins, irmã de Juliana, divulgou a informação no perfil criado para acompanhar o caso. “Acreditamos no Judiciário brasileiro e esperamos uma decisão positiva nas próximas horas”, escreveu. A família também reclamou do atendimento da companhia aérea Emirates, que, segundo eles, não havia confirmado com clareza os detalhes do repatriamento.
Nesta segunda, a Emirates informou que o corpo será transportado da Indonésia para Dubai no dia 1º de julho e, em seguida, para o Rio de Janeiro no dia 2.
O laudo preliminar das autoridades indonésas apontou que Juliana morreu cerca de 20 minutos após a queda devido a ferimentos no tórax e hemorragia interna.
O acidente
Juliana desapareceu no dia 20 de junho durante uma trilha programada para durar três dias e duas noites no Monte Rinjani, um vulcão ativo. O resgate, que enfrentou interrupções devido às condições climáticas, encontrou seu corpo quatro dias depois, em 24 de junho.
Natural de Niterói (RJ), ela estava em uma viagem pela Ásia desde fevereiro e havia contratado uma agência local para a expedição. A família agora busca esclarecimentos sobre as circunstâncias do acidente e a responsabilidade dos organizadores da trilha.


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