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Manaus

Vídeo mostra estudante de 13 anos sofrendo bullying e sendo atingida com lixo e tinta em escola de Manaus

Adolescente foi empurrada para fora da Escola Estadual Karla Patrícia, no Tarumã, durante “brincadeira” com ovos, e atacada com tinta, lama e lixo no trajeto para casa. Caso é investigado pela polícia.

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Reprodução

Um vídeo que circula nas redes sociais expôs um caso grave de violência e constrangimento contra uma estudante de apenas 13 anos na Escola Estadual Karla Patrícia, localizada no conjunto Cidadão 10, bairro Tarumã, zona Oeste de Manaus. A família da vítima registrou boletim de ocorrência e denuncia que a adolescente vinha sofrendo episódios de bullying dentro da unidade de ensino.

“Brincadeira” que terminou em agressão

Segundo o relato da família, tudo começou durante o horário de aula, quando alunos participavam de uma suposta “brincadeira” que consistia em quebrar ovos na cabeça uns dos outros. O pai da adolescente conta que, em determinado momento, a filha foi empurrada por colegas para fora da escola.

Do lado externo da instituição, outros estudantes já aguardavam a menina com latas de tinta, que foram despejadas sobre ela. A família denuncia que o produto teria causado mal-estar e dificuldades para respirar na adolescente.

Perseguição no trajeto para casa

Mesmo após deixar a área da escola, as agressões não pararam. Conforme a denúncia, a vítima foi seguida durante o caminho até sua residência e atingida com ovos, lama e lixo, além de sofrer ataques verbais.

A família sustenta que a adolescente já havia relatado episódios anteriores de preconceito e intimidação dentro da escola antes do ocorrido.

Investigação

A jovem passou por atendimento médico e realizou exames no Instituto Médico Legal (IML) . O laudo pericial foi encaminhado diretamente à delegacia responsável pela investigação e deverá ser apresentado em audiência. O caso está sendo apurado pelas autoridades policiais.

Até o momento, a direção da Escola Estadual Karla Patrícia não se pronunciou oficialmente sobre as circunstâncias do caso. A família cobra esclarecimentos sobre a ausência de intervenção no momento das agressões e pede providências para garantir a segurança da estudante, que, abalada, demonstra receio de retornar às atividades escolares.