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Política

“InFlacionildo”: Oscar Filho ironiza mascote do TSE que custou R$ 6 milhões e cria versões para outras instituições

Humorista criticou boneco “Pilili” e sugeriu personagens para Banco Central, Receita Federal e outros órgãos. Publicação viralizou no X.

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Reprodução

O humorista Oscar Filho viralizou no X (antigo Twitter) ao criticar com bom humor os R$ 6 milhões gastos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na criação do mascote “Pilili”, um boneco de espuma apresentado na última segunda-feira (4). Indignado com o valor, o comediante criou uma série de mascotes fictícios para outras instituições públicas. Para o Banco Central, por exemplo, inventou o “InFlacionildo” — que, segundo ele, “vai engordando com o passar do tempo”.

A publicação bem-humorada acumulou milhares de interações e reacendeu o debate sobre o uso de verbas públicas. Em postagem nesta quarta-feira (6), Oscar Filho compartilhou imagens dos mascotes criados por ele e perguntou aos seguidores: “E aí? Gostaram dos meus mascotes pro governo?”.

Entre as criações, além do “InFlacionildo”, estão versões para o Ministério da Educação (“Caderninho”), para o Ministério da Saúde (“Agulhinha Sorridente”) e para o Ministério da Fazenda (“Leãozinho Pagador de Imposto”). A brincadeira ganhou repercussão e gerou novos memes nas redes sociais, com usuários apontando o contraste entre o valor gasto pelo TSE e a criatividade simples do humorista.

O TSE ainda não se manifestou oficialmente sobre as críticas ao custo do mascote. O “Pilili” foi lançado com o objetivo de incentivar a participação dos jovens nas eleições, mas acabou sendo alvo de ironias.