Amazonas
Embarcação com passageiros e veículos naufraga após bater em tronco submerso no Paraná do Ramos
Barco “Vovô Vitor” seguia de Parintins para Maués quando colidiu com um tronco de árvore submerso; todos os ocupantes conseguiram sair com segurança antes do naufrágio e foram resgatados por outra embarcação
Reprodução
Uma embarcação de transporte de passageiros e cargas naufragou na manhã desta sexta-feira (2) após colidir com um tronco submerso no Paraná do Ramos, nas proximidades de Boa Vista do Ramos, no interior do Amazonas. A embarcação, identificada como “Vovô Vitor”, seguia de Parintins para Maués quando bateu de frente com o obstáculo.
Segundo o estudante Felipe Santos, que estava a bordo, o tronco não estava boiando e ficou submerso no meio do rio. “Já estava de dia. O barco estava vindo direto e tinha um tronco, como se fosse uma árvore cortada, no meio do rio. Ele não estava boiando”, contou.
O naufrágio
A colisão danificou a parte de baixo da embarcação e provocou a entrada de água. Conforme o relato do passageiro, o comandante seguiu em direção à margem enquanto as pessoas deixavam o barco. Quando a embarcação se aproximou da beirada, todos começaram a desembarcar, mas o barco acabou tombando e afundando.
“O barco deu de frente com esse tronco, quebrou tudo embaixo e começou a entrar água. Aí ele foi indo para a beirada e, quando chegou, todo mundo começou a sair”.
Com o tombamento, alguns veículos, um notebook e outros objetos ficaram dentro da embarcação ou foram levados pela água. Felipe afirmou que todos conseguiram sair com segurança antes de o barco afundar.
Resgate
Ainda segundo a Rede Amazônica, os passageiros foram resgatados por uma embarcação maior que faz a linha entre Manaus e Maués. Eles seguiram viagem e chegaram ao município de Maués.
A embarcação transportava passageiros, cargas, crianças, animais de estimação e veículos. Ninguém ficou ferido.
Até o momento, não há informações oficiais sobre o número exato de passageiros que estavam a bordo. As circunstâncias do naufrágio deverão ser investigadas pelas autoridades responsáveis pela segurança do transporte aquaviário.
*Com informações de G1am


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