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Amazonas

Amazonas recebe 18,8 mil doses de vacina contra VSR para proteger recém-nascidos de bronquiolite e pneumonia

Imunizante será distribuído aos 62 municípios e integrado ao calendário de vacinação da gestante a partir da 28ª semana de gestação

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Divulgação

O Amazonas recebeu nesta quarta-feira (3) 18.800 doses da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), agente causador de bronquiolite e pneumonia, doenças responsáveis por grande parte das internações infantis no país. O imunizante, enviado pelo Ministério da Saúde, tem como objetivo proteger recém-nascidos contra formas graves de infecções respiratórias.

As vacinas serão distribuídas aos 62 municípios do estado e integradas ao Calendário Nacional de Vacinação da Gestante. A imunização contra o VSR é oferecida em dose única e recomendada a partir da 28ª semana de gestação.

Proteção essencial nos primeiros meses de vida

A diretora-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-RCP), Tatyana Amorim, destacou a importância da estratégia. “Garantir que as gestantes recebam esse imunizante é fundamental para prevenir quadros graves de infecções respiratórias nos primeiros meses de vida dos bebês”, afirmou.

A vacinação é considerada a principal medida para evitar doenças respiratórias graves em recém-nascidos, especialmente em regiões como o Amazonas, onde as infecções respiratórias representam uma das principais causas de hospitalização infantil.

Documentação necessária

Para receber a vacina, a FVS-RCP recomenda que as gestantes:

  • Levem a Carteira de Vacinação para registro da dose;

  • Apresentem documento oficial com foto (RG, CPF, CNH ou passaporte);

  • Tragam o Cartão Nacional de Saúde – caso não tenham, é possível solicitar na unidade de saúde.

A iniciativa reforça os esforços de ampliação do acesso à imunização no estado, alinhando-se às políticas nacionais de redução da morbimortalidade infantil por causas preveníveis. A expectativa é que a vacinação contribua significativamente para a diminuição de internações hospitalares por complicações respiratórias em bebês nos primeiros seis meses de vida.