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Brasil encara Noruega em Nova Jersey com tabu, artilheiros e calor extremo na mira

Seleção tenta quebrar jejum de nunca ter vencido os noruegueses em quatro confrontos; partida vale vaga nas quartas de final.

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Reprodução/Instagram e Divulgação/Fifa

Brasil e Noruega se enfrentam neste domingo (5), às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, em jogo válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo. A partida coloca frente a frente dois dos principais artilheiros da competição, um tabu histórico e uma condição climática extrema. O vencedor enfrenta nas quartas de final o classificado de México e Inglaterra.

Tabu de 28 anos

A Seleção Brasileira tenta quebrar um incômodo tabu diante da Noruega. Em quatro confrontos oficiais entre as seleções, o Brasil nunca venceu: são duas derrotas e dois empates . O duelo mais marcante aconteceu na Copa do Mundo de 1998, na última rodada da fase de grupos, quando a Noruega venceu por 2 a 1, de virada, e eliminou a Seleção da liderança do grupo — embora o Brasil tenha avançado na mesma .

O retrospecto desfavorável contra europeus em fases finais também pesa. Desde o penta em 2022, o Brasil foi eliminado nas Copas seguintes por França, Holanda, Alemanha, Bélgica e Croácia .

Decisão nos detalhes

A Noruega tem como principal trunfo o ataque. Liderada por Erling Haaland, já com cinco gols no torneio, e pelo meia Martin Ødegaard, do Arsenal, a equipe marcou 37 gols nas oito partidas das Eliminatórias Europeias e prioriza transições rápidas e jogo aéreo . No entanto, a defesa norueguesa tem se mostrado vulnerável, levando nove gols nos últimos cinco jogos .

Pelo lado brasileiro, Vinícius Júnior, com quatro gols, é a principal ameaça, enquanto Neymar, recuperado de lesão, deve ser opção no banco . Lucas Paquetá está fora por lesão muscular, e Gabriel Martinelli deve ocupar sua vaga no meio-campo .

A tendência é que o Brasil controle a posse de bola e busque espaços na defesa norueguesa, enquanto a Noruega aposta nos contra-ataques rápidos comandados por Haaland. A partida é de vida ou morte — e o tabu histórico adiciona um peso extra à disputa.