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Justiça arquiva inquérito que investigava rapper Oruam por suposta promoção de jogos de azar
A decisão foi tomada pelo juiz da 14ª Vara Criminal da Comarca da Capital, que acatou o parecer do Ministério Público sobre a falta de elementos para continuar as investigações
Reprodução
O inquérito policial que investigava o rapper Oruam por suposta promoção de jogos de azar foi arquivado pela Justiça do Rio de Janeiro. A decisão foi tomada pelo juiz da 14ª Vara Criminal da Comarca da Capital, que acatou o parecer do Ministério Público sobre a falta de elementos para continuar as investigações.
O caso havia começado após uma denúncia anônima enviada à ouvidoria do MP-RJ, acusando o artista de promover plataformas de cassino online não autorizadas a operar no Brasil.
A denúncia alegava que Oruam estaria expondo seu público, formado principalmente por jovens, a riscos financeiros e comportamentos viciantes ao divulgar esses sites de apostas.
A Polícia Civil abriu um inquérito para apurar se as ações do cantor configuravam contravenção penal. No entanto, após análise do caso, o Ministério Público entendeu que não havia provas suficientes para sustentar as acusações.
O arquivamento do inquérito representa um alívio para o rapper, que agora se afasta das manchetes envolvendo questões judiciais.
Apesar da decisão, o caso chamou atenção para o debate sobre a promoção de jogos de azar por influenciadores e artistas no Brasil, especialmente em relação a plataformas não regulamentadas.
A legislação brasileira proíbe a exploração de jogos de azar, mas a aplicação da lei em casos de publicidade indireta permanece uma área cinzenta no ordenamento jurídico.


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